A Toyota, em parceria com empresas como a Idemitsu Kosan e outras líderes em tecnologia de baterias, continua avançando no lançamento das primeiras baterias de estado sólido para veículos elétricos, com produção em massa prevista para 2027-2028, mas com testes e avanços significativos já em 2025. Essas baterias utilizam um material catódico altamente durável, prometendo uma autonomia impressionante de até mil quilômetros por carga, recarga ultrarrápida em menos de 10 minutos e uma vida útil que pode chegar a 40 anos, superando em muito as baterias de íons de lítio tradicionais. Elas são menores, mais leves e mais baratas de produzir, com uma densidade energética superior a 800 watts-hora por litro, o que permite pacotes de bateria mais compactos sem sacrificar o desempenho. O primeiro veículo a incorporá-las pode ser um híbrido ou um carro esportivo elétrico, como uma versão de produção do conceito Lexus Electrified Sport, e há rumores de integração em modelos como o próximo Prius ou até em SUVs elétricos da linha BZ. Apesar de alguns atrasos reportados em novembro de 2025, devido a desafios na escalabilidade da produção, a Toyota investiu bilhões em pesquisa para superar obstáculos como a estabilidade térmica e a redução de custos, posicionando-se como pioneira nessa tecnologia que é considerada o “santo graal” dos EVs.
Esse item faz parte da lista porque representa um destaque monumental em ciência e tecnologia: as baterias de estado sólido resolvem problemas crônicos dos veículos elétricos, como a ansiedade de autonomia, a degradação rápida das células e o impacto ambiental da mineração de lítio, utilizando materiais avançados como sulfetos ou óxidos cerâmicos que melhoram a eficiência energética em até 50% e reduzem o risco de incêndios. Essa inovação não só impulsiona a transição para uma mobilidade sustentável, mas também desafia concorrentes como Tesla e BYD, forçando uma corrida global por baterias mais seguras e duradouras. Imagine dirigir um carro que dura décadas sem perder performance, carregando mais rápido que um lanche rápido no drive-thru, e ainda contribuindo para redes elétricas mais estáveis ao armazenar energia renovável. Mas será que a Toyota vai cumprir os prazos dessa vez?, ou os atrasos vão dar espaço para rivais chineses dominarem o mercado? Com investimentos bilionários e parcerias estratégicas, a aposta é alta, e o potencial para mudar o jogo contra os combustíveis fósseis é imenso, promovendo uma era onde os EVs não são só viáveis, mas superiores em todos os aspectos.
Além disso, relatórios recentes de novembro de 2025 indicam que a Toyota está testando protótipos em condições reais, com foco em durabilidade em climas extremos, e planeja uma densidade energética que pode chegar a 844 watts-hora por litro em colaborações com empresas como QuantumScape. Isso significa que veículos equipados com essas baterias poderiam viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro sem parar para recarregar, reduzindo o tempo de inatividade e incentivando a adoção em massa. A provocação aqui é clara: enquanto o mundo ainda depende de baterias líquidas que degradam em poucos anos, a Toyota está pavimentando o caminho para uma longevidade que torna os EVs investimentos vitalícios, questionando se estamos prontos para um futuro onde trocar de carro é opcional, não obrigatório.
