Passando para o mundo do cinema, a Nikon ZR surge como uma câmera compacta full-frame dedicada a produções cinematográficas, lançada em meados de 2025 para atender diretores e cinegrafistas que precisam de mobilidade sem sacrificar a qualidade. Seu sensor full-frame de 33 megapixels é otimizado para vídeo, com gravação em 6K a 60 quadros por segundo e suporte a RAW interno de 12 bits, permitindo uma latitude de exposição ampla para correções em pós-produção.
O design compacto, com peso de 580 gramas, inclui um visor eletrônico de 5 milhões de pontos e uma tela traseira de 3.2 polegadas sensível ao toque. O autofoco híbrido cobre noventa por cento do quadro, com detecção de fase e contraste, e reconhecimento de cenas baseado em machine learning para rastrear assuntos em ambientes dinâmicos. Ela suporta codecs profissionais como ProRes e DNxHR, e tem entradas para microfone e fone de ouvido, além de saída HDMI limpa para monitores externos.
Um recurso inovador é o modo de cinema assistido, que inclui ferramentas como waveforms, vectorscopes e false color diretamente na câmera, facilitando o monitoramento no set. A estabilização eletrônica combinada com óptica reduz vibrações, e a bateria dura até duas horas de gravação contínua em alta resolução. Compatível com lentes Z-mount, ela se integra bem a rigs compactos, sendo perfeita para documentários, curtas-metragens ou conteúdo para streaming. O preço gira em torno de US$ 3.000,00 (nos EUA), justificando seu foco em profissionais que valorizam portabilidade e robustez em campo.
